16 de agosto de 2026

2 Jogos que escondem mistérios e teorias macabras.

Fala galera tudo bem com vocês?

Hoje vamos falar de 2 jogos que são rodeados por mistérios e teorias, ambos os games são desenvolvidos pela Playdead e seguem o padrão 2.5 D com Puzzles e plataforma, sendo que os games exigem do jogador raciocínio rapido, abilidades e o fator time, onde o jogador muitas das vezes tem que executar comandos no tempo certo, caso contrário é morte na certa.


Quando comecei minha jornada por Limbo e Inside, sabia que estava entrando em dois jogos diferentes do que estou acostumado a jogar. São experiências que não ficam explicando tudo para o jogador. É preciso observar, experimentar e, muitas vezes, errar para descobrir o caminho.
E foi justamente isso que tornou essa experiência tão desafiadora.

O primeiro game é Limbo, lançado em 21 de julho de 2010.

Minha aventura começou com Limbo.
Logo nos primeiros momentos, percebi que não seria um jogo simples. Os cenários parecem silenciosos e misteriosos, mas praticamente tudo ao redor pode esconder um desafio, sem contar que você não tem nenhuma chance algo encostou é morte na hora, hit kill ( morte na hora).


Os enigmas exigem atenção e raciocínio. Em vários momentos, precisei parar, observar o cenário e pensar em uma maneira diferente de avançar.
O mais interessante é que o jogo não fica entregando as respostas. Quando finalmente conseguimos entender a solução de um desafio, existe aquela sensação de satisfação de ter descoberto sozinho.

Foi uma experiência desafiadora, mas também muito recompensadora, após o término do game nós ficamos com a sensação de pensar e refletir para tentar entender o que realmente aconteceu, se e real ou se conseguimos de fato solucionar o mistério.

Como ficou em aberto a questão do que acontece ou do que precisa ser feito vou deixar o link da minha gameplay dessa obra de arte.
O segundo game dessa linha é Inside, lançado em 29 de junho de 2016 onde nosso personagem inicia em uma floresta sem nenhuma explicação ou nenhum tutorial, obrigando o jogador à se desdobrar e descobrir tanto os comando como o que está acontecendo, na medida que avançamos vemos que estamos sendo perseguidos por cachorros ou guardas que não nos dão nenhuma chance de explicação, resumindo pegou é hit kill ( morte na certa).

O ponto mais interessante desse game é a atmosfera que o mesmo cria para o jogador, causando em muitos momentos uma sensação de pânico ao mesmo tempo que o game nos deixa curioso em prosseguir para saber o que está acontecendo ou ate mesmo se o protagonista vai sobreviver.

A medida que avançamos nos deparamos com outras pessoas que estão inconcientes, ou até mesmo parecem estar sem memória nenhuma, simplesmente só podendo fazer tarefas basicas que é andar, apartir dai notamos que estão sendo feito experiências e fazemos parte daquilo, ai podemos notar o porque de quando estavamos na floresta e na fazenda os guardas ou qualquer outro inimigo nos matavam de imediato.

Uma parte que intriga bastante o jogador e causa uma sensação de pânico é a parte que temos que progredir pela água. 
Nesse momento nos deparamos com uma criatura com a aparência feminina e com longos cabelos que se chegar perto do nosso personagem, nos puxando para o fundo, fazendo o protagonista morrer afogado. 
Mais uma vez surge uma grande duvida na nossa cabeça, o que seria essa criatura?, será que é mais um dos experimentos loucos que essas pessoas estão fazendo nesse laboratório?
Simplesmente o jogo não nos responde nada, dando aquele ar de interrogação, fazendo o player explorar o game em busca de respostas.

Mesmo assim, Inside conseguiu me surpreendeu.
A sensação de estar avançando por um mundo que não compreendemos completamente, faz com que cada novo cenário desperte curiosidade. A história é contada muito mais pelas imagens e acontecimentos do que por palavras.

O mais marcante dessa experiência foi conseguir chegar ao final dos dois jogos.
Não foi simplesmente uma questão de seguir em frente. Houve momentos de dúvida, tentativas, erros e desafios que exigiram bastante atenção.

Por isso, terminar os dois trouxe uma sensação especial de conquista.

Limbo me apresentou aquele universo sombrio e misterioso. Inside pegou conceitos semelhantes e levou a experiência para outro nível.

E agora?

Depois de finalizar os dois, ficou uma pergunta na minha cabeça:

qual dos dois foi mais marcante?

Essa é uma pergunta que pretendo responder comparando as duas experiências, desde a dificuldade dos enigmas até a atmosfera, a narrativa e os finais.

Uma coisa já posso dizer: jogar Limbo e Inside foi uma experiência desafiadora, estranha e, principalmente, inesquecível.
Caso queira ver a gameplay do Inside vou postar aqui pra vocês conferir.    
Desde já quero agradecer a audiência e a paciência do pessoal que leu meu texto, vou ficando por aqui e confiram também nosso canal de games no Youtube, até a próxima pessoal. "Fui".

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