Quando moleque (Idade cronológica) um item que eu sempre carregava comigo eram as boas e velhas revistas de vídeo games, lembro que na escola eu trazia sempre uma dentro do meu velho caderno de várias matérias, e enquanto a meninada brincava de qualquer coisa durante os recreios, eu separava esse tempo para ler a minha boa e velha Ação Games, GamePower, VideoGame e por aí em diante. Recentemente o meu amigo Cleber Marques lá do Canal WarpZone eu fiz um vídeo de um unboxing bem rapidinho da edição de numero 4 da revista WarpZone que traz umas informações bem legais sobre diversos assuntos, como no vídeo não é recomendado falar muito, resolvi reservar um espaço aqui no blog mesmo para comentar de forma mais completa os assuntos abordados nesta edição, portanto, cliquem no título deste texto para lerem o restante do mesmo e divirtam-se! ^_^
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6 de junho de 2018
12 de março de 2017
Lendo Revistas de Games durante o recreio
Quase todos zoavam aquela aluna que tinha uma mancha vermelha no rosto, era um sinal de nascença que ela própria odiava ter. Mas aquilo nunca me incomodou, o que me irritava nela eram seus soluços, mas naquela ensolarada tarde em algum momento do ano de 1994, essa garota conseguiu bater o record, seus soluços eram tão altos e incontroláveis que era inevitável o mesmo ser seguidos por risadinhas reprimidas dos demais alunos presentes ali, os sons atravessavam a sala de aula que jazia (Ou deveria permanecer) em quase total silêncio devido ao trabalho de classe que todos estavam fazendo. Pessoalmente, eu ansiava pelo soar da campa que estava prestes a destruir aquele silêncio com todo mundo começando a falar alto por conta do horário do recreio, mas não entendam isso como um odiar de minha parte pelo sossego sonoro, mas devido ao fato de antes de entrar em sala, eu havia comprado uma revista de games e estava louco para lê-la.
30 de junho de 2016
Eu não levava muita fé neste desconhecido console
Como não sentir falta da juventude quando nos deparamos com algo nostálgico que nos puxa fortemente de volta para o passado? Quando eu era criança, a única “preocupação” que eu tinha era a de estudar, somente isso. Ansiava, no entanto, por crescer e trabalhar, ser dono do meu nariz, não receber ordens de ninguém e ter dinheiro para as minhas coisas comprar. O tempo foi passando e inevitavelmente isso acabou acontecendo, mas não da forma como gostaria/esperava, acabei me deparando e me submetendo a uma inversão total de muitas coisas enquanto outras jamais mudaram e nunca mudarão. Hoje, eu sou dono do meu nariz até relativo limite, enquanto tive de assumir por obrigação certas responsabilidades inevitáveis em pró da sobrevivência, outras, antes opcionais, acabaram se tornando um martírio em minha própria vida. Como não pensar no passado mediante a tudo isso? Como evitar o pensamento de que a infância, sim, é a melhor de todas as épocas? Como não agradecer a Old!Gamer por nos proporcionar algo que nos faça mergulhar de cabeça nessa "infância"? Hoje irei narrar o meu convívio inicial com o Playstation 1 da Sony que coincidiu com um período de transição entre juventude descompromissada para uma idade adulta repleta por problemas e compromissos.
18 de maio de 2016
Cheirinho de Revista Nova
Os anseios elevados somados aos desvios de caminhos que sempre me conduziam às bancas de revistas durante toda a década de 1990, faziam parte de uma série de hábitos que eu tomava, ou antes de entrar em sala de aula do curso primário, ou quando saía da mesma em retorno rumo à minha casa. Todavia, este era tão somente o princípio de parte do meu cotidiano ao menos uma ou duas vezes por semana; as razões? Simples! Encontrar, comprar, admirar com todos os sentidos fisiológicos (Lógico que excetuando-se o palato ^_^) e ler as famosas revistas de games da época.
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